Basicamente, o que eu farei hoje, sim, numa sexta, feriado, nas férias, é arrumar meu quarto. Aquela escrivaninha está uma zona dos infernos e, bem, eu preciso de um lugar para esparramar meus livros e meus esmaltes.
E arrumar seu quarto dá aquela sensação de estar arrumando sua vida. Uma mentira tremenda, se me permitem a desilusão. Mas acho que tá bem, tá bem!
(...)
Tenho coisas demais na cabeça e não consigo passá-las para nenhum outro lugar.
Tenho coisas demais na cabeça e não consigo passá-las para nenhum outro lugar.
Olho para o papel, nada.
Olho para a tela, nada.
Começo a falar, nada.
Amanhã eu vou sair com o Thiago e falar, falar, falar, falar por horas. Nunca dá em nada, eu sempre reclamo da minha vida, ele sempre reclama da dele, mas bem.... Todo mundo sabe o que é ter um amigo que, no fundo, mesmo quando você acha e quer que não, entende o que você quer dizer.
A cada dia que passa, eu tenho a sensação que eu tento saber mais e sei menos. Eu sei quem previu que isso ia acontecer na minha vida, e sei que eu não ligo. No fundo, no fundo, eu acho que não quero saber de nada, mas preciso desesperadamente continuar procurando. É o que eu faço. Algumas pessoas jogam basquete, outras saem pra balada, outras fazem cursos de culinária, algumas assistem TV, eu procuro, procuro, procuro, procuro. E quer saber, tá bom assim pra mim.
Bom final de semana! Espero ser menos desconexa quando possível.
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